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O Público do Rastreamento Veicular

É claro que você já pensou nisso e já definiu os seus produtos adequadamente para seus públicos, mas vamos repassar só mais uma vez? Sempre é bom. 

Pessoa Física e Pessoa Jurídica

Para o Rastreamento Veicular, temos dois perfis básicos de clientes:

O cliente Corporativo (Pessoa Jurídica)

O cliente Particular (Pessoa Física)

Estes dois tipos devem ser trabalhados de forma bastante distintas.

Em sua maioria, os particulares estão contratando o rastreamento com foco na segurança de seu patrimônio, no caso o veículo.

Já o cliente corporativo, em sua maioria, foca no monitoramento de suas frotas ou de seus funcionários.

Destes dois, o melhor custo/benefício é certamente o corporativo.

Isto pelas seguintes razões:

  1. Um só esforço de venda pode render a colocação de diversos rastreadores;
  2. Há muito mais benefícios para o cliente corporativo do que para o particular.
  3. É um tipo de cliente que tem orçamento e PRECISA ter as funcionalidades ofertadas em nosso sistema;
  4. Ele reduz custos ao saber onde estão seus veículos/motoristas e como estes estão conduzindo seus veículos e cargas;
  5. É mais fácil vender o equipamento junto da instalação, e isto, acredite, é o PRINCIPAL ponto de seu negócio.

Por outro lado, é mais difícil ter rentabilidade com o cliente Pessoa Física porque:

  1. Custo do equipamento: para ter um bom volume de instalações é enorme, e a inadimplência também é grande, o que aumenta ainda mais o tempo para o retorno de seu investimento (payback longo): em outras palavras, você investe MUITO para um simples cliente, e cada cliente que não paga você, deverá ser custeado pelos demais, que já estão tendo de pagar pelo equipamento em comodato. Deu para entender? A solução seria conseguir, assim como no cliente corporativo, vender o equipamento já na instalação (na primeira mensalidade). Mas o valor aumenta consideravelmente na percepção do cliente e a sua venda tende a cair drasticamente.
  2. Suporte: O suporte ao cliente PF é muito maior. No cliente corporativo a demanda acaba sendo só na indisponibilidade de sistema ou troca de equipamento por mau funcionamento. Já o cliente Pessoa Física demanda seu suporte até se o limpador de vidros estiver ruim. Esse custo é bastante relevante.
  3. Cobrança: a cobrança junto ao cliente PF é mais trabalhosa em todos os sentidos. Você liga para um cliente e cobra um veículo. Já no PJ você liga para um cliente e pode cobrar 10, 20 e até 50 ou mais clientes, numa só ligação!!

E não vamos nem falar no nível de reclamações indevidas, processos indevidos e rastreadores perdidos por venda de carro ou mesmo sumiço do cliente.

Isto não quer dizer que a venda ao cliente particular não pode ser boa. 

De fato, muitos dos Parceiros Licenciados SISRAS fizeram e fazem seu verdadeiro volume na pessoa física.

Basta que você consiga resolver os “problemas” acima colocados e você pode ter bons resultados também com Pessoas Físicas.

O “pingado” do cliente particular, muitas vezes, é o que sustenta o negócio a empresa, isto porque a venda ao corporativo geralmente é mais demorada e requer mais esforço comercial.Portanto aconselhamos que seja feito um trabalho distribuído em ambos os tipos de clientes para que o Parceiro consiga uma base distribuída de clientes e garanta o sucesso de seu negócio.